quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Filmes de Comédia Para Se Ver Antes de Morrer


Continuando a seleção do citado livro - 1001 Filmes para ver Antes de Morrer - eis uma lista de comédias que achei interessantes colocar aqui.

Eis a lista:

Amarcord (1974);
Arizona Nunca Mais (1987);
Cantando na Chuva (1952);
Contrastes Humanos (1941);
Cupido é Moleque Teimoso (1937);
Curtindo a Vida Adoidado (1986);
Depois do Vendaval (1952);
Diabo a Quatro (1933);
O Discreto Charme da Burguesia (1972);
Dr. Fantástico (1964);
Em Busca do Ouro (1925);
Fargo (1996);
O Galante Mr. Deeds (1936);
A General (1927);
Hannah e Suas Irmãs (1986);
A Idade do Ouro (1930);
Jejum de Amor (1940);
Levada da Breca (1938);
M*A*S*H (1970);
Manhattan (1979);
Monty Phyton - Em Busca do Cálice Sagrado (1974);
Mulheres À Beira de Um Ataque de Nervos (1988);
Primavera para Hitler (1968);
Quanto Mais Quente Melhor (1959);
A Rosa Púrpura do Cairo (1985);
Se Meu Apartamento Falasse (1960);
Sherlock Jr. (1924);
Tempos Modernos (1936);
Tootsie (1982);
Terra de Ninguém (2001);
As Três Noites de Eva (1941);
A Vida de Brian (1979).

Esse gênero é bem extenso quanto em termos de quantidade. De uns tempos para cá, as comédias pastelões tomaram conta do cinema, e agora o que se vê são filmes muito ruins, que, ao invés de usarem de piadas interessantes, partem para um humor apelativo e sem graça.

Felizmente, há uma quantidade imensa de filmes antigos engraçadíssimos. Dessa lista, os meus favoritos são Dr. Fantástico - recheado de humor negro do mestre Kubick - ; Quanto Mais Quente Melhor - com a deusa Marilyn Monroe - ; Amarcord - um dos clássicos do grande Fellini - ; o adorável Cantando na Chuva; e, é claro, a crítica muito bem humorado de Tempos Modernos, do imortal Chaplin.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Filmes de Ficção Para Se Ver Antes de Morrer


Seguindo a lista anterior, mudando para a ficção científica, colocarei alguns filmes que o livro "1001 Filmes Para Ver Antes de Morrer" indica como obrigatórios para se assistir.

Eis a lista:

2001: Uma Odisseia no Espaço (1968)
Alien, o Oitavo Passageiro (1979)
Aliens, o Resgate (1986)
Blade Runner, o Caçador de Androides (1982)
Brazil, o Filme (1985)
Contatos Imediatos de Terceiro Grau (1977)
De Volta para o Futuro (1985)
O Dia em que a Terra Parou (1951)
O Enigma de Outro Mundo (1982)
E.T. - O Extraterrestre (1982)
O Exterminador do Futuro I e II (1984 & 1991)
Guerra nas Estrelas: Episódio 4 - Uma Nova Esperança (1977)
Matrix (1999)
Metrópolis (1927)
O Planeta dos Macacos (1968)
Solaris (1972)
Viagem à Lua (1902)
O Vingador do Futuro (1990)

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Filmes de Terror Para Se Ver Antes de Morrer


Tenho folheado quase todos os dias a minha mais recente compra de Natal: "1001 Filmes Para Ver Antes de Morrer". Sempre quis tê-lo, mas por causa do preço alto, nunca tive coragem de comprá-lo. Ao procurar e achá-lo por um preço razoável na estante virtual, acabei levando-o.

O livro passa por todos os anos do cinema, desde o primeiro filme feito até 2007, relatando os filmes mais importantes de cada ano. A escolha dos filmes é muito boa, mas eles pecam na hora de contar os finais de certos filmes. Certos não, de muitos filmes! E isso me irrita bastante!

Nas páginas finais do livro, há uma separação por gênero. Como meu gênero preferido é terror, passarei para cá alguns dos filmes desse gênero que acho obrigatórios que sejam vistos e que estejam presentes na lista.

Eis a lista:

Alien, o Oitavo Passageiro (1979)
O Bebê de Rosemary (1968)
Carrie, a Estranha (1976)
O Despertar dos Mortos (1978)
Dr. Mabuse (1922)
Drácula (1931)
O Exorcista (1973)
O Fantasma da Ópera (1925)
Frankstein (1931)
O Gabinete do Dr. Cagliari (1919)
Halloween (1978)
A Hora do Lobo (1968)
O Iluminado (1980)
Inverno de Sangue em Veneza (1973)
Um Noite Alucinante - A Morte do Demônio (1981)
A Noite dos Mortos-Vivos (1968)
Nosferatu, Uma Sinfonia do Horror (1922)
Nosferatu, o Vampiro da Noite (1979)
O que terá acontecido a Baby Jane? (1962)
Os Pássaros (1963)
Poltergeist (1982)
Psicose (1960)
Suspiria (1977)
A Tortura do Medo (1960)
Tubarão (1975)
O Vampiro (1932)
Vampiros de Almas (1956)

É bom constatar que dos 26 filmes que coloquei aqui, apenas um é dos Anos 80. Como se vê com razão, os bons filmes de terror se faziam antigamente. Hoje, fora uma exceção aqui, outra acolá, temos de conviver com vampiros "purpurinados".

Entre o peso e a melancolia



"Siamese Dream" é um ótimo álbum de música alternativa, ou como prefiro dizer, de grunge. Alternando músicas calmas como "Luna", "Sweet Sweet", "Soma", com outras pesadas, como "Quiet", "Silverfuck", e a mais pesada, "Geek U.S.A.". Sem se esquecer, é claro, da mágica "Cherub Rock", a melhor música do álbum e a minha favorita.

O som sujo, pesado, e ao mesmo tempo palpável do Smashing Pumpkins me conquistou desde a primeira vez que ouvi. É interessante como o álbum começa pesado e vai acalmando de música a música, voltando a ser pesado, e acalmando novamente. É dessa mistura de peso, melodia e melancolia que mais me agradou.

Para quem gosta de músicas alegres, não vai gostar desse álbum nem dos Pumpkins. Suas músicas são melancólicas, tristes, sem deixar, por isso, de serem belas.

Eis aqui as faixas:

  1. "Cherub Rock" – 4:58
  2. "Quiet" – 3:41
  3. "Today" – 3:19
  4. "Hummer" – 6:57
  5. "Rocket" – 4:06
  6. "Disarm" – 3:17
  7. "Soma" – 6:39
  8. "Geek U.S.A." – 5:13
  9. "Mayonaise"– 5:49
  10. "Spaceboy" – 4:28
  11. "Silverfuck" – 8:43
  12. "Sweet Sweet" – 1:38
  13. "Luna" – 3:20

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Música

Começo de ano e não sei do que falar, tendo tanta coisa em mente para dizer. Depois de muito pensar, concluí que falarei de música, ou melhor, de rock. Tenho ouvido alguns Cds ultimamente e gostaria de comentá-los aqui.

O primeiro de que quero falar é o álbum "Awake", de 1994, do Dream T
heater. Essa banda me viciou com o segundo álbum deles, "Images And Words". Baixei este pois ouvi críticas positivas. E não deu outra: viciei nesse também. As músicas são excelentes. Minhas favoritas são "Caught In a Web", "Erotomania" - essa, instrumental -, as pesadas "The Mirror", e "Lie", além de "Scarred". O álbum tem músicas onde o guitarrista Petrucci usa uns pets muito pesados, como em "The Mirror" e "Lie", mais pesados que no Cd anterior. Mas é claro, existem baladas como "The Silent Man" e a excelente "Space Dye-Vest". Pra quem gostou de "Images And Words", certamente gostará desse também.

Também tenho ouvido o álbum "Highway To Hell", de1979, do AC/DC. Álbum execelente, que mistura muito bem hard e heavy metal, mistura essa que atingiria a perfeição em "Back in Black", álbum posterior a esse. Entre minhas músicas favoritas, estão a clássica "Highway To Hell", "Girls Got Rhythm", "Touch Too Much", "Shot Down in Flames" e "If You Want Blood (You've Got It)". O AC/DC é uma das raríssimas bandas que conseguem agradar a "gregos e troianos", ou seja, agrada a quem gosta de música pesada e quem gosta de algo mais leve. Também eles são um dos pouquíssimos que sabem fazer o "arroz com feijão" do rock e mesmo assim conseguem ser excelentes.

Outro álbum que me chamou a atenção e me surpreendeu foi "A Revolta dos Dândis", de 1987, do Engenheiros do Hawaii. Queria conhecê-los melhor, e como esse álbum tinha a conhecidíssima "Infinita Highway", escolhi o tal. E não me arrependi. Além desse clássico, o álbum tem outras ótimas músicas como "A Revolta dos Dândis" - tanto a primeira quanto a segunda partes -, "Terra de Gigantes", "Filmes de Guerra, Canções de Amor", a conhecida e linda "Refrão de Bolero", e "Além dos Outdoors". Chamados de petulantes, esses gaúchos sabem fazer música muito bem e suas letras são muito interessantes. Quando se consegue entender, é claro, rs.

O Scorpions é uma das bandas mais adoradas pelo público que gosta de rock. Seja pelas suas baladas ou pelas músicas mais pesadas, muita gente gosta deles. Eu conhecia mais as baladas, e como todos falavam que eles também tocavam pesado, queria conhecer. Daí que baixei "Blackout" e "Love At First Sting", de 1982 e 1984, respectivamente. O primeiro é o meu favorito, sendo que o segundo tem músicas mais bem elaboradas. De "Blackout", destaco as pesadas "Now!", "Dynamite" - duas porradas no ouvido de qualquer um -, "No One Like You" e, claro, "Blackout". Do segundo álbum, destaco a clássica "Rock You Like a Hurricane", a pesada "Coming Home", "Big City Nihgts" e, óbvio, a balada conhecida por 10 entre 10 adoradores da boa música: "Still Loving You". Por "Blackout" soar mais "sujo" e se virar para uma sonoridade mais heavy metal, ele me agradou mais. Talvez seja o melhor álbum do Scorpions. Entretanto, ainda existem muitos outros álbuns a se ouvir deles ainda!

Por último, entre outros álbuns que falarei melhor, vale ressaltar "Piece Of Mind", de 1983, quarto álbum da Donzela, ou seja, do Iron Maiden. É um álbum que continua com o peso de sempre, mas com partes mais calmas e técnicas. De cara, já começa com a ótima "Where Eagles Dare", baseada no filme homônimo. Outros destaques são a excelente "Flight Of Icarus", "Die With Your Boots On", a longa "To Tame a Land", e claro, um dos maiores clássicos da Donzela: "The Trooper". O Maiden é uma das poucas bandas que mantém seu estilo intocável, usando de todos os clichês de uma banda de heavy metal. Por isso gosto tanto deles. Fazem, assim como AC/DC, o "feijão com arroz", o básico do heavy metal, sem muitas estripulias. Gostam do trivial: voz, guitarra, baixo e bateria; e pronto! E com isso fazem música como poucos!

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Vampiros que brilham...


"Estariam querendo acabar comigo?"

O último post do ano, e advinha do que vou falar? De cinema! Melhor, de um pseudo-filme chamado "Crepúsculo" (Twilight). Eu nunca quis assistir esse filme, mas como passou na Globo e eu queria saber como criticá-lo melhor, resolvi assistir. E felizmente ele não me surpreendeu e acabou dentro das minhas expectativas.

É incrível como o filme é chato desde o início. Poucos filmes me irritaram e deram sono como este. A forma como a história se desenrola é lenta, e além disso, arrastada, nem um pouco atrativa. E que historinha mais sem graça! Uma mocinha nova na cidade que conhece um mocinho, gosta dele e descobre que é um vampiro. E é claro, ele também gosta dela!

O que me revoltou de verdade foi o fato de que como essa mulher manchou a imagem do vampiro! Agora, eles usam batom! Ao invés de queimarem ao sol, eles brilham; tornaram-se "purpurinados". Além disso, o que é pior, o vampiro protagonista tem remorso de matar humanos. Ele não quer ser mais um monstro. Isso é de chorar.... chorar de raiva! Essa tal de Stephenie Meyer destruiu todos os clichês sagrados que faziam do vampiro o que ele é: um sugador de sangue impiedoso.

Falando agora propriamente do filme, a diretora - Catherine Hardwicke - preconizou muito os diálogos, deixando que eles tomassem conta do filme. E que diálogos mais chatos, cheios de frasesinhas feitas para adolescentes cabeças-ocas - ou para adultos cabeças-ocas. Algumas partes dos diálogos chegam a dar raiva de tão ridículos! Sem falar na total falta de continuidade. Ela não tem a mínima noção de como dar fluidez a um filme, deixando-o mais parecido com um conjunto de recortes dentro de uma coisa teoricamente chamada de "filme". Outra constante no filme é a irritante movimentação da câmera. Parece que a mulher não sabe dar um close ou ao menos deixar a câmera parada por alguns segundos!!!

Existem "dogmas" que são inquebrantáveis, e são suas características que dão vida aos personagens e os tornam como tal. O que essa mulher - a Meyer - fez com o legado dos vampiros foi destruir a figura do vampiro, transformando-o mais numa boneca do que num vampiro de verdade.

Voltando ao filme, tenho a dizer que ele é fraco, muito fraco mesmo! Tinha que assisti-lo para saber criticar de forma melhor. Vi uma vez pra nunca mais assistir!

O que me preocupa é que muita gente leu ou viu essa porcaria e gostou bastante! Prova disso são essas continuações que se lançam por aí. Se o cinema ou a literatura estão indo numa vertente na qual só interessa vender, eu não sei. Só sei que enquanto existirem diretores novos como Tarantino, Thomas Anderson e os Irmãos Coen; velhos como Woody Allen e Scorsese, e tantos outros que não conheço e são bons, eu ainda acreditarei no cinema.


Para despoluir um pouco de tanta besteira, sugiro assistir:


"Drácula" (1931), de Tod Browning;

"A Dança dos Vampiros" (1967), de Roman Polanski;

"Drácula de Bram Stoker" (1992), de Francis Ford Coppola;

"Vampiros de John Carpenter" (1998), de John Carpenter;

"Nosferatu" (1922), de F.W. Murnau; e

"Nosferatu - O Vampiro da Noite" (1979), de Werner Herzog


quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

ATEA

A ATEA é uma organização de protesto contra o preconceito aos ateus. E nesse mês ela tentou implementar em capitais como Salvador e Porto Alegre frases contra esse preconceito. Entretanto, como o Brasil ainda está na Era Feudal, não teve permissão.

Na Ingalaterra e França, ônibus circularam com frases tais como: "Deus provavelmente não existe. Não se preocupe e curta a vida". Influenciando-se por essa campanha, tentou-se fazer uma versão brazuca da campanha, como frases como "Chaplin não acreditava em Deus; Hitler acreditava. Religião não define caráter". Só se esqueceu que se está no Brasil, país onde a religião está entranhada em nossas mentes de uma tal forma a qual ninguém consegue tirar. Como iriam permitir isso?

Entretanto, a atitude da ATEA foi louvável. Aos poucos, as pessoas têm que começar a se conscientizaram de que os ateus também merecem respeito, que nós temos o direito de não acreditar em deus ou jesus algum, assim como eles não acreditam nos outros tantos deuses.

Por fim, deixo uma foto a qual achei muito interessante: